Entrevista à CNN Brasil, Regina Duarte minimiza tortura durante ditadura militar.

Em entrevista à CNN Brasil, Regina Duarte minimiza tortura durante ditadura militar.



"Sempre houve tortura", rebateu ela ao ser questionada por cantar música ufanista associada ao regime militar brasileiro

Após debater com Bolsonaro, nesta quinta (7), medidas para a Secretaria de Cultura (Secult), Regina Duarte negou que sua demissão esteja sendo cogitada pelo presidente - Antonio Cruz

A secretária de Cultura do governo Bolsonaro, Regina Duarte, minimizou, nesta quinta-feira (7), os casos de tortura ocorridos durante o regime militar brasileiro (1964-1984). As declarações foram feitas durante entrevista que a atriz concedeu ao vivo para o jornalistaDaniel Adjuto, da CNN Brasil, durante o programa CNN 360, apresentado por Daniela Lima e Reinaldo Gottino. Após quase 40 minutos de conversa, Regina Duarte interrompeu a entrevista e se retirou.

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Depois de relatar o encontro que teve nesta quinta-feira (7) com Jair Bolsonaro (sem partido), Duarte fez elogios ao presidente e criticou quem fica "cobrando por coisas que aconteceram nos anos 60, 70, 80". "Gente, vamo embora, né, vamo embora pra frente, 'pra frente, Brasil, salve a Seleção; de repente, é aquela corrente pra frente'. Não era bom quando a gente cantava isso?", disse sorrindo, em referência à música da Copa do Mundo de 1970, associada historicamente à propaganda ufanista do regime militar brasileiro.

O jornalista, então, questiona a atriz: "É que foi um período muito difícil, tem muita história, muita gente morreu na Ditadura. Essa é que é a questão". A secretária rebate: "Cara, desculpa, eu vou falar uma coisa assim: na humanidade, não para de morrer. Se você

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