Renan Filho diz que novo decreto trará outras medidas e deve durar pelo menos até 15 de maio.

 Renan Filho diz que novo decreto trará outras medidas e deve durar pelo menos até 15 de maio.

 


Durante entrevista coletiva à imprensa nesta sexta-feira (17), o governador Renan Filho (MDB) afirmou que o governo está trabalhando para ter cerca de mil leitos, sendo 700 de internação e 300 de UTIs, e que seguirá com as medidas de isolamento social, principalmente até o dia 15 de maio, data prevista para inauguração do Hospital Metropolitano. “O estado tem que se preparar para salvar vidas”, destacou, acrescentando que hoje já existem 261 leitos, entre públicos e privados.

O governador contou que está estudando mais obrigatoriedades a serem anunciadas no novo decreto, em decorrência do número crescente de casos: “Vamos ter medidas novas de uso de máscaras e outros procedimentos... Estamos ouvindo o Ministério da Saúde, os governadores do Nordeste, setores da economia e da saúde, no entanto vamos seguir a rota que a humanidade segue e o que a OMS e o MS seguem, principalmente até adequar a nossa rede hospitalar na capital e no interior”.
“Esse trabalho é um dos maiores desafios que tive na gestão pública e quem tem que tomar as decisões precisa ter humildade para ouvir e tomar medidas que protejam a população”, prosseguiu, reforçando que vai utilizar o que permite a legislação para salvar vidas.
Ainda sobre a quantidade de leitos, Renan Filho afirmou que faltam alguns respiradores, “mas 75% estão com todos os equipamentos. Vamos mais do que dobrar os leitos, porque estávamos construindo cinco hospitais... E avaliamos construir outro equipamento semelhante ao do Sesi, no interior, para fazer a testagem de pessoas com sintomas de gripe”, pontuou, acrescentando que “o legado do Covid-19 vai deixar a saúde pública mais estruturada, principalmente o público paciente do Sistema Único de Saúde (SUS)”. Já a distribuição das 200 mil cestas básicas ocorrerá em quatro etapas, sendo a primeira iniciada neste sábado, 18. Segundo ele, caso haja aglomeração de pessoas nos municípios que ficarão responsáveis pela entrega, será feita outra logística para atender quem precisa.

Fonte - Cada Minuto

Site Revista do Luiz

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